11 - O Poder e as cadeiras de assento: a investidura de papéis na Vida e a Justiça.

1 - O Ativismo Social e Político nas Cadeiras do Poder.

Observem como a Justiça do Trabalho no Brasil pode sofrer influência ideológica, que pode começar desde a academia: a visão de "salvadores da pátria" para "proteger os mais vulneráveis" ou, em outros ramos da justiça, para "proteger a democrácia". 

Não se trata apenas de justiça objetiva, mas também de ativismo social ou político!!! 

A verdade dos fatos tão só não importa, pois está quase sempre enviesada por algum ativismo social ou político. 

Um vídeo Revelador.

Vejam o que fala o presidente do Superior Tribunal do Trabalho revelando uma faceta do que pode ser uma "orientação interna" da Justiça do Trabalho.


O presidente do TST diz que é "vermelho" e tem uma "causa" (social). 

Absurdo o estado atual da justiça brasileira. 

Pelo contrário, muitos juízes agem por "interesse", muitas vezes escusos, e não julgam a causa conforme apenas a Lei e os fatos processuais (a verdade).

No Brasil, a população não se choca mais com os disparates e até os crimes dos agentes públicos: virou lugar comum. 

Para "sobreviver", dentro do possível em sua saúde mental, o brasileiro desenvolveu um estado de alheamento da realidade a partir de um sentimento de impotência diante dos escândalos e disparates e do que falam e fazem os agentes públicos.

A única esperança no Brasil é a formação das crianças e jovens sob orientação mais elevada e o anjo da morte que vai levando aos poucos essa velha geração que não quer mudar e só explora o Brasil agarrada aos privilégios nas cadeiras do poder!

2 - A Artimanha escapatória de usar a Pessoa Jurídica como escudo para a Pessoa Física: a narrativa de estar sob ataque institucional.

Quando um juiz ou agente público é criticado por suas falas ou ações, se defende se colocando atrás do escudo da instituição ou órgão onde tem assento. 

Quando a pessoa física do agente público é escrutinada e criticada pela sociedade por suas palavras e condutas, ela encarna o órgão público, a instituição, a pessoa jurídica, e se defende de forma patética. 

Não diz "que ela está sendo atacada", mas, em uma abrangente vitimização, diz que "o órgão, a instituição, a pessoa jurídica está sendo atacada".

Sempre o mesmo discurso farsante de usar a pessoa jurídica para se defender da natural avaliação da sociedade.

Faz isso até que o foco da imprensa seja desviado por outro escândalo ou despropósito, e nada aparentemente acontece com aqueles que tem assento no poder.

Eles só esperam o tempo passar no contexto despropositado de acomodação e impunidade.

Nada acontece, na superfície visível, ainda que só diante dos crimes de responsabilidade, de um lado, ou prevaricação, do outro. 

O que dizer dos crimes ainda mais graves que parece a justiça nunca consegue efetivamente alcançar e punir?!

3 - A Justiça Natural.

Os devios de conduta, os privilêgios indevidos e mesmo os crimes, nas cúpulas do poder, podem ser minimizados e permanecerem aparentemente impunes, na complacência social ou artimanhas de escapatória. 

Mas, um dia serão alcançados pela Justiça Natural, a justiça infalível da Natureza, que age de forma inexpugnável do Interior para o Destino, do Psicossomático para o Social, com sentenças automáticas de doença e reveses do destino. 

Essas sentenças até podem passar desapercebidas diante do quinhão natural de sofrimento compartilhado pelos seres, mas são cumpridas no regime inevitável da causalidade com precisão absoluta!

Tudo o que, por nossas ações e intenções, assimilamos no subconsciente: um dia, inevitavelmente, impacta na saúde e no destino de forma infalível! 

É a expressão de uma Justiça Natural, matemática e perfeita, incorruptível, inerente ao funcionamento mecânico do Cosmos.

A Justiça Natural abarca, regula e utiliza a própria justiça humana ocasional. Nada escapa, assim, no tempo, da Justiça Natural.

Melhor sofrer a injustiça do que ser agente de injustiça, pois a Justiça Natural trabalha na profundidade e no tempo de forma infalível e perfeita!

"Bem-aventurados aqueles que têm fome e sede de justiça, pois serão um dia saciados" - Jesus de Nazaré (Matheus 5:6).

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SAIBA MAIS:

27 - Poema e Aforismo da Justiça.

32 - Contradição concorrente entre a Ordem e o Caos, a Harmonia e a Desarmonia.

33 - A Justiça Natural, na abrangência e na duração, reenquadra e dissolve a maldade.

31 - A Geometria e a Estética da Ordem Implicada na Fenomenologia - A dança no Caos.

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